




ESTELAS NO PÁTIO
Exposição de cabeceiras de sepultura do acervo do Museu da Guarda, das Freguesias da Guarda, Valhelhas, Ramela, Jarmelo São Pedro e Jarmelo São Miguel.
16 de outubro – 22 de novembro
Pátio do Museu da Guarda
Org.: CMG/MPA
A exposição «Estelas no Pátio», organizada pela Câmara Municipal da Guarda, através do Museu da Guarda, apresenta 22 estelas funerárias medievais provenientes da cidade e de várias localidades do concelho, convidando à descoberta da história, da religiosidade e dos costumes das comunidades medievais.
Entre os séculos XII e XIII, a região da Guarda conheceu uma profunda reorganização religiosa, marcada pela fixação da sede episcopal na cidade e pela consolidação da rede de paróquias. As igrejas e os cemitérios paroquiais tornaram-se espaços centrais na vida das comunidades, desempenhando funções religiosas, sociais e administrativas.
Neste contexto, as estelas funerárias, também conhecidas como cabeceiras de sepultura, assumiram um papel importante na identificação das sepulturas e na preservação da memória dos defuntos. Geralmente esculpidas em granito e colocadas verticalmente junto das sepulturas, estas peças apresentam motivos decorativos que refletem as crenças e a visão do mundo medieval. As cruzes representam a fé cristã, os motivos circulares evocam a eternidade e os símbolos de ferramentas ou armas podem revelar a profissão ou a posição social dos falecidos.
A exposição reúne exemplares provenientes de diversos locais da cidade da Guarda, nomeadamente das imediações da Igreja da Misericórdia, do Largo das Freiras e da Praça de Luís de Camões, bem como de antigas necrópoles paroquiais do Jarmelo, da Ramela e de Valhelhas.
Mais do que simples marcadores funerários, estas estelas constituem importantes testemunhos arqueológicos e históricos, permitindo compreender a religiosidade, a organização social e o quotidiano das populações entre os séculos XIII e XVI.
«Estelas no Pátio» convida-nos, assim, a descobrir nas pedras esculpidas as memórias de uma comunidade, preservando a identidade e o património medieval do concelho da Guarda.











A PALETA DA MEMÓRIA
Exposição evocativa
14 de outubro – 4 de fevereiro´27
Curadoria: Adelino Barreiros
Galeria Espaço #4
Org.:CMG/MPA/Colecionismo Piné
Natural do Jarmelo (Guarda), António Barreiros manteve sempre uma forte ligação à sua terra natal, onde tinha o seu atelier. Ao longo da sua carreira, destacou-se como pintor, ilustrador, cenógrafo, restaurador e poeta, deixando um contributo assinalável no panorama artístico nacional e internacional.








VIDA E OBRA MILITAR, ADMINISTRATIVA E POLÍTICA
Exposição evocativa
6 de outubro
Galeria d’Arte Evelina Coelho – MG
Org.: CMG/MPA
Apoio: Arquivo Histórico Militar e Museu Militar de Lisboa
A exposição homenageia o General João de Almeida, dando a conhecer o seu percurso militar, científico e historiográfico. Através de documentos, fotografias, objetos pessoais e publicações, a mostra revisita a sua vida e obra e evidencia o legado que deixou. Os materiais apresentados foram disponibilizados pelo seu neto, o Investigador Científico Manuel Leite de Almeida, e pelo Arquivo Histórico Militar.










GABINETE EPISTEMOFÍLICO EGITANO
Exposição coletiva
3 de outubro – 20 de dezembro
Sala Expositiva: João Mendes Rosa
Org.: Culturgest-CGD/CMG/MPA
Curadoria: João Francisco Reis
Artistas: Beatriz Capitulé, Madalena Anjos e Maria Lino
O Ciclo “Desconcentrar” apresenta Gabinete Epistemofílico Egitano, a partir da Coleção da CGD, a última etapa do ciclo bianual que reúne atividades centradas na criação e produção artística, na área das artes visuais, em territórios de baixa densidade populacional.
A exposição, com base na continuação da pesquisa e trabalho das artistas – Beatriz Capitulé, Madalena Anjos e Maria Lino – faz uso da multiplicidade dos tradicionais gabinetes de curiosidades e explora as várias temporalidades e cronologias inerentes à ideia de museu.
Através das diferentes interceções entre os trabalhos artísticos, com os objetos e artefactos do Museu da Guarda, criam-se ficções e narrativas e questiona-se a institucionalidade do espaço museológico como lugar para o rigor científico e académico.